
2008 começou. E começou inesquecível.
Houve pedra e lua, neon e escuridão. Energético no lugar da cerveja, pois o dia inteiro foi de ressaca. Houve amigos próximos e distantes. Diversão e delícias. Discurso e silêncio. A dor do corpo não venceu o deleite da alma, que (, essa sim,) pulava, dançava e sorria.
Ainda houve tempo de reflexão e retrospectiva. E... não é que o ano passado foi realmente bom? Foi possível espremer momentos de prazer mesmo daquelas dores inevitáveis, das dores desnecessárias e das dores que não me mereceram (que foram muitas, não se há de negar).
Uma noite que demorou a terminar, mesmo com todas as luzes apagadas. O sono em companhia maravilhosamente agradável. E um dia que só foi terminar ao fim do dia.
Demoramos-nos em nos largar, e isso só ocorreu quando foi inevitável.
À cavalaria, esse ano, o brinde:
"Aos amigos ausentes,
Amores perdidos,
aos Deuses Mortos
e à Estação das Brumas!
aquilo que ele merece.”
Feliz 2008.
Carpe Diem. Amo vocês.
Where are we going, lads?
ResponderExcluirTo the top, Johnny!